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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

AMOR DEIXA-ME VOAR


AMOR DEIXA-ME VOAR 

Amor deixa-me voar.
Necessito sentir o vento.
correr, os caminhos perdidos.
Relembrar, os tempos esquecidos.

E, as noites passadas ao luar.
Amor deixa-me voar.
Necessito encontrar, o teu sorriso.
Perambular, e dizer-te que preciso.

Ver-te, e contigo sonhar.
Amor deixa-me voar.
Para contigo deparar, sem aviso.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

AMOR DEIXA-ME VOAR


AMOR DEIXA-ME VOAR 

Amor deixa-me voar.
Necessito sentir o vento.
Preciso de te encontrar.
Na terra, no mar, ou no firmamento.

Amor deixa-me voar.
Percorrer, os caminhos perdidos.
Relembrar, os tempos esquecidos.
E, as noites passadas ao luar.

Amor deixa-me voar.
Necessito encontrar, o teu sorriso.
Perambular, e dizer-te que preciso.

Ver-te, e contigo sonhar.
Amor deixa-me voar.
Para contigo deparar, sem aviso.

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

AMO-TE


AMO-TE 

Amo, o teu encanto, e beleza. 
O teu sorriso, de felicidade. 
Amo a tua boca, com certeza. 
Amo-te, na realidade. 

Amo-te, com destreza, e leveza. 
E, também com sinceridade. 
Amo-te, com franqueza. 
Amo-te, com prioridade. 

Amo-te, mais em cada dia. 
Em cada segundo, que passa. 
Amo-te, sem fantasia. 

Amo-te, de forma, que se ultrapassa. 
Este amor, que tem magia. 
E, o meu coração descompassa. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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AMO-TE



AMO-TE

Amo, o teu encanto, e beleza.
O teu sorriso, de felicidade.
Amo a tua boca, com certeza.
Amo-te, na realidade.

Amo-te, com destreza, e leveza.
E, também com sinceridade.
Amo-te, com franqueza.
Amo-te, com prioridade.

Amo-te, mais em cada dia.
Em cada segundo, que passa.
Amo-te, sem fantasia.

Amo-te, de forma, que se ultrapassa.
Este amor, que tem magia.
E, o meu coração descompassa. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

CONFESSO, QUE SENTI MEDO




CONFESSO, QUE SENTI MEDO 

Confesso, que senti medo. 
No dia em que te conheci. 
Finalmente; estavas ali. 
E, eu estava tremendo. 

No dia em que te conheci. 
O dia foi tão diferente. 
Tão diferente, que não esqueci. 
O quanto, não cabia em mim, de contente. 

No dia em que te conheci. 
O sol aquecia a terra. 
Para mim, e para ti. 

Para vivermos, uma quimera. 
No dia em que te conheci. 
Nada mais foi, como era. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

CONFESSO, QUE SENTI MEDO



CONFESSO, QUE SENTI MEDO 

Confesso, que senti medo. 
No dia em que te conheci. 
Finalmente; estavas ali. 
E, eu estava tremendo. 

No dia em que te conheci. 
O dia foi tão diferente. 
Tão diferente, que não esqueci. 
O quanto, não cabia em mim, de contente. 

No dia em que te conheci. 
O sol aquecia a terra. 
Para mim, e para ti. 

Para vivermos, uma quimera. 
No dia em que te conheci. 
Nada mais foi, como era. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

SENTI O AMOR, A SURGIR.


SENTI O AMOR, A SURGIR.

Senti o amor, a surgir.
No momento, que a olhei.
Tímido, comecei a sorrir.
E, com o sorriso, disfarcei.

Aquele amor, que estava a sentir.
Aquele amor, que me dominava.
E, me dava vontade fugir.
Ao mesmo tempo, que a desejava. 

Felizmente; resisti à tentação.
E, embora nervoso, consegui ficar.
Sentindo a maravilhosa sensação. 

Dos seus olhos, a cintilar.
Os quais acalmavam-me o coração.
Com o brilho, do seu olhar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SENTI O AMOR, A SURGIR.


SENTI O AMOR, A SURGIR.

Senti o amor, a surgir.
No momento, que a olhei.
Tímido, comecei a sorrir.
E, com o sorriso, disfarcei.

Aquele amor, que estava a sentir.
Aquele amor, que me dominava.
E, me dava vontade fugir.
Ao mesmo tempo, que a desejava. 

Felizmente; resisti à tentação.
E, embora nervoso, consegui ficar.
Sentindo a maravilhosa sensação. 

Dos seus olhos, a cintilar.
Os quais acalmavam-me o coração.
Com o brilho, do seu olhar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

POR TUA CULPA


POR TUA CULPA 

Por tua culpa, senti a tristeza.
O desespero, e a desilusão.
Por tua culpa, conheci a fraqueza.
O doce, e o amargo, da paixão.

Por tua culpa, esqueci-me de mim.
Deixei de ser, aquele que eu era.
Por tua culpa, senti-me assim.
Ao matares em mim, a primavera.

Por tua culpa, senti-me perdido. 
E, solitário, entre a multidão.
Por tua culpa, fiquei ofendido.

E, desregrado, e na solidão.
Por tua culpa, fiquei tão ferido.
Que não consegui dar-te o meu perdão.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

POR TUA CULPA


POR TUA CULPA 

Por tua culpa, senti a tristeza.
O desespero, e a desilusão.
Por tua culpa, conheci a fraqueza.
O doce, e o amargo, da paixão.

Por tua culpa, esqueci-me de mim.
Deixei de ser, aquele que eu era.
Por tua culpa, senti-me assim.
Ao matares em mim, a primavera.

Por tua culpa, senti-me perdido. 
E, solitário, entre a multidão.
Por tua culpa, fiquei ofendido.

E, desregrado, e na solidão.
Por tua culpa, fiquei tão ferido.
Que não consegui dar-te o meu perdão.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

AI SE EU PUDESSE EVITAR


AI SE EU PUDESSE EVITAR

Ai se eu pudesse evitar.
A maldade neste mundo.
Começaria por te contar.
Com o que não concordo.

Não seria certamente perfeito.
Nem tão pouco seria um anjo.
Pois sei que sou imperfeito.
E, por vezes me constranjo.

Mas a maldade, não aceito.
E, faço questão de a afastar.
Fere demais o conceito.

O qual me proponho alcançar.
Para assim poder ser o eleito.
Do teu coração, que sempre vou amar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)



AI SE EU PUDESSE EVITAR


AI SE EU PUDESSE EVITAR

Ai se eu pudesse evitar.
A maldade neste mundo.
Começaria por te contar.
Com o que não concordo.

Não seria certamente perfeito.
Nem tão pouco seria um anjo.
Pois sei que sou imperfeito.
E, por vezes me constranjo.

Mas a maldade, não aceito.
E, faço questão de a afastar.
Fere demais o conceito.

O qual me proponho alcançar.
Para assim poder ser o eleito.
Do teu coração, que sempre vou amar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

GENTE FAMINTA, A TIRITAR


GENTE FAMINTA, A TIRITAR 

Gente faminta, a tiritar. 
Gente sem esperança.
Sem rumo, e lugar.
Vagueia sem segurança.

Gente triste, e amargurada.
Gente descalça, e quase nua.
Anda por ai vexada. 
E, a sua casa…é a rua.

Gente só, e maltratada.
Às quais, negam tudo.
E, não têm nada.

A não ser a miséria, a que aludo.
Triste, constrangida.
E, desprovida de tudo.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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GENTE FAMINTA, A TIRITAR


GENTE FAMINTA, A TIRITAR 

Gente faminta, a tiritar. 
Gente sem esperança.
Sem rumo, e lugar.
Vagueia sem segurança.

Gente triste, e amargurada.
Gente descalça, e quase nua.
Anda por ai vexada. 
E, a sua casa…é a rua.

Gente só, e maltratada.
Às quais, negam tudo.
E, não têm nada.

A não ser a miséria, a que aludo.
Triste, constrangida.
E, desprovida de tudo.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

CAMINHEI CONTIGO, LADO, A LADO


CAMINHEI CONTIGO, LADO, A LADO

Caminhei contigo, lado, a lado.
Percorri Terras, e mares, desconhecidos.
Vivemos momentos, sem significado.
Mas outros, que jamais serão esquecidos.

Foram tantas as noites, de amor. 
Em que os nossos corpos se envolveram
Ávidos de prazer, e repletos de fervor.
Tantas, e tantas vezes um ao outro se submeteram. 

Doces momentos, que guardo dentro de mim.
Recordações inesquecíveis, gravadas no meu ser.
Pedra preciosa, de beleza, sem fim.

És para mim, a minha vida, e razão de viver.
A flor do campo, que cheira a jasmim.
E, se perpetua em mim, enquanto eu puder.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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CAMINHEI CONTIGO, LADO, A LADO


CAMINHEI CONTIGO, LADO, A LADO

Caminhei contigo, lado, a lado.
Percorri Terras, e mares, desconhecidos.
Vivemos momentos, sem significado.
Mas outros, que jamais serão esquecidos.

Foram tantas as noites, de amor. 
Em que os nossos corpos se envolveram
Ávidos de prazer, e repletos de fervor.
Tantas, e tantas vezes um ao outro se submeteram. 

Doces momentos, que guardo dentro de mim.
Recordações inesquecíveis, gravadas no meu ser.
Pedra preciosa, de beleza, sem fim.

És para mim, a minha vida, e razão de viver.
A flor do campo, que cheira a jasmim.
E, se perpetua em mim, enquanto eu puder.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

ROUBASTE-ME O CORAÇÃO


ROUBASTE-ME O CORAÇÃO.

Roubaste-me o coração.
Com o teu lindo olhar.
Foi tão forte a emoção.
Que o senti, a palpitar.

Roubaste-me a serenidade.
Entregaste-te em amor.
Devolveste-me a felicidade.
Desejei-te com primor.

Este turbilhão de sentimentos
Que o teu lindo olhar fomentou
Fez-me gritar aos quatro ventos

Que por ti se enamorou.
E, sem receios ou lamentos.
Para sempre me aprisionou.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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ROUBASTE-ME O CORAÇÃO.


ROUBASTE-ME O CORAÇÃO.

Roubaste-me o coração.
Com o teu lindo olhar.
Foi tão forte a emoção.
Que o senti, a palpitar.

Roubaste-me a serenidade.
Entregaste-te em amor.
Devolveste-me a felicidade.
Desejei-te com primor.

Este turbilhão de sentimentos
Que o teu lindo olhar fomentou
Fez-me gritar aos quatro ventos

Que por ti se enamorou.
E, sem receios ou lamentos.
Para sempre me aprisionou.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO


QUERIA TER-TE DADO MAIS UM ABRAÇO

Queria ter-te dado mais um abraço
Mas já não cheguei a tempo
Do teu coração apoderou-se o cansaço
Do meu, este triste lamento 

Nesta partida antecipada 
Pela força da incompetência 
Não podemos dizer mais nada
Mas sempre serás uma referência

Esta saudade desmedida
Que viverá dentro de mim
Jamais deixará de ser sentida 

E, será a causa desta dor sem fim
Resta-me, apenas suavizar a ferida
Provocada por esta dor profunda e ruim

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)





Para ti meu irmão Mário Figueiredo

SÃO OS TEUS BEIJOS SALGADOS




SÃO OS TEUS BEIJOS SALGADOS 
São os teus beijos, salgados. 
Impossíveis de esquecer. 
Uma vez saboreados.
Em mim ficaram a permanecer.

Foram tão doces, e molhados. 
Que, a minha alma suspirou.
Pois estavam impregnados. 
De um amor, que a marcou.

Foi tão forte, o meu sentir.
Quando o teu beijo recebeu.
Que, não consegui resistir.

A um beijo, como o teu.
E, sem saber para onde ir.
O teu beijo se uniu ao meu.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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SÃO OS TEUS BEIJOS SALGADOS


SÃO OS TEUS BEIJOS SALGADOS 

São os teus beijos, salgados. 
Impossíveis de esquecer. 
Uma vez saboreados.
Em mim ficaram a permanecer.

Foram tão doces, e molhados. 
Que, a minha alma suspirou.
Pois estavam impregnados. 
De um amor, que a marcou.

Foi tão forte, o meu sentir.
Quando o teu beijo recebeu.
Que, não consegui resistir.

A um beijo, como o teu.
E, sem saber para onde ir.
O teu beijo se uniu ao meu.

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

DE BAIXO DE SOL, ESCALDANTE.


DE BAIXO DE SOL, ESCALDANTE.

De baixo de sol, escaldante.
Senti-me um grão, de areia.
Barco à deriva, sem comandante.
E, sem rumo, que o norteia.

Desejei estar perto de terra.
Sob uma árvore, me refrescar.
Mas estava em finisterra.
E, só avistava rochas, e mar.

As horas foram passando.
A noite se aproximou.
E, a lua, surgiu brilhando.

O meu rosto afagou.
E, eu fiquei saboreando.
A caricia que ela me doou. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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DE BAIXO DE SOL, ESCALDANTE.


DE BAIXO DE SOL, ESCALDANTE.

De baixo de sol, escaldante.
Senti-me um grão, de areia.
Barco à deriva, sem comandante.
E, sem rumo, que o norteia.

Desejei estar perto de terra.
Sob uma árvore, me refrescar.
Mas estava em finisterra.
E, só avistava rochas, e mar.

As horas foram passando.
A noite se aproximou.
E, a lua, surgiu brilhando.

O meu rosto afagou.
E, eu fiquei saboreando.
A caricia que ela me doou. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

ÀS VEZES FUJO DE MIM



ÀS VEZES FUJO DE MIM

Às vezes fujo de mim.
Fujo de tudo, e de nada.
Às vezes, sou assim.
Se sinto a alma, dilacerada.

Às vezes, fujo sem querer fugir.
Fujo, sem gritar.
Às vezes, sem saber para onde ir.
Fujo, te querendo encontrar.

Às vezes, fujo para esquecer.
Para não enfrentar a realidade.
Às vezes, sinto medo, de te perder.

E morrer, de saudade.
Às vezes, podes crer. 
Que fujo da minha vulnerabilidade.

Luís Filipe D. Figueiredo

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ÀS VEZES FUJO DE MIM



ÀS VEZES FUJO DE MIM

Às vezes fujo de mim.
Fujo de tudo, e de nada.
Às vezes, sou assim.
Se sinto a alma, dilacerada.

Às vezes, fujo sem querer fugir.
Fujo, sem gritar.
Às vezes, sem saber para onde ir.
Fujo, te querendo encontrar.

Às vezes, fujo para esquecer.
Para não enfrentar a realidade.
Às vezes, sinto medo, de te perder.

E morrer, de saudade.
Às vezes, podes crer. 
Que fujo da minha vulnerabilidade.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

ACABO DE VER UMA FLOR


ACABO DE VER UMA FLOR 

Acabo de ver uma flor. 
No seu lindo desabrochar.
Lembrei-me de ti, amor.
Tive, que ta ofertar.

Aberta, na tua mão.
Comecei a verificar.
E, senti a sensação. 
Que começou a murchar.

Não resistiu; e a inveja.
Dela se apoderou.
Ao defrontar uma flor mais bela

A murchar, começou.
Pobre flor singela.
Que o ciúme, não aguentou.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

ACABO DE VER UMA FLOR


ACABO DE VER UMA FLOR 

Acabo de ver uma flor. 
No seu lindo desabrochar.
Lembrei-me de ti, amor.
Tive, que ta ofertar.

Aberta, na tua mão.
Comecei a verificar.
E, senti a sensação. 
Que começou a murchar.

Não resistiu; e a inveja.
Dela se apoderou.
Ao defrontar uma flor mais bela

A murchar, começou.
Pobre flor singela.
Que o ciúme, não aguentou.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

PERCORRI OS TRILHOS DA VIDA



PERCORRI OS TRILHOS DA VIDA

Percorri os trilhos da vida.
Em noites de boémia, cantei o fado.
Mas a minha alma, sentiu-se perdida.
Quando acordei, e não te tinha ao lado.

Com a mente, atravessei oceanos.
E, revivi vidas, já passadas.
Vivi realidades, e enganos. 
Fui chacota, de gargalhadas.

Na hora, da despedida. 
Não queria acreditar. 
A vida, deixava de ser sofrida.

E, a ferida, parou de sangrar.
Tu voltaste minha querida. 
E, os meus olhos, partem a brilhar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

PERCORRI OS TRILHOS DA VIDA



PERCORRI OS TRILHOS DA VIDA

Percorri os trilhos da vida.
Em noites de boémia, cantei o fado.
Mas a minha alma, sentiu-se perdida.
Quando acordei, e não te tinha ao lado.

Com a mente, atravessei oceanos.
E, revivi vidas, já passadas.
Vivi realidades, e enganos. 
Fui chacota, de gargalhadas.

Na hora, da despedida. 
Não queria acreditar. 
A vida, deixava de ser sofrida.

E, a ferida, parou de sangrar.
Tu voltaste minha querida. 
E, os meus olhos, partem a brilhar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

ADORO EM TI, O TEU LINDO CORAÇÃO


ADORO EM TI, O TEU LINDO CORAÇÃO.

Adoro em ti, o teu lindo coração.
E, também a mulher que és.
Adoro em ti, esta sensação.
De sentir-te, da cabeça aos pés.

Adoro em ti, a grandeza da tua alma.
O poder da tua entrega.
Adoro em ti, o fascínio, que me acalma.
E, muitas vezes me congrega.

Adoro em ti, esse teu ar sedutor.
Que me fascina, e deixa-me louco.
Adoro em ti, o fulgor.
Com que te entregaste, ainda pouco.

Adoro em ti, a moça, (mulher).
Que o meu coração quis acolher.

Luís Filipe D. Figueiredo
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ADORO EM TI, O TEU LINDO CORAÇÃO


ADORO EM TI, O TEU LINDO CORAÇÃO.

Adoro em ti, o teu lindo coração.
E, também a mulher que és.
Adoro em ti, esta sensação.
De sentir-te, da cabeça aos pés.

Adoro em ti, a grandeza da tua alma.
O poder da tua entrega.
Adoro em ti, o fascínio, que me acalma.
E, muitas vezes me congrega.

Adoro em ti, esse teu ar sedutor.
Que me fascina, e deixa-me louco.
Adoro em ti, o fulgor.
Com que te entregaste, ainda pouco.

Adoro em ti, a moça, (mulher).
Que o meu coração quis acolher.

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

ERA PARTE DO MEU PASSADO



ERA PARTE DO MEU PASSADO

Era parte do meu passado.
O que o vento transportava.
Estava um pouco agitado.
Quando o senti, a meu lado.

Sem saber o que lhe dizer.
Fiquei tão impressionado.
Que não consegui agradecer.
Apenas fiquei emocionado.

Era afinal, quase nada.
E, tudo me parecia imenso.
Transportava a minha vida. 

De modo firme, e intenso.
Para com ele estou em divida.
Sempre que sinto, ou nele penso.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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ERA PARTE DO MEU PASSADO



ERA PARTE DO MEU PASSADO 

Era parte do meu passado. 
O que o vento transportava. 
Estava um pouco agitado. 
Quando o senti, a meu lado. 

Sem saber o que lhe dizer. 
Fiquei tão impressionado. 
Que não consegui agradecer. 
Apenas fiquei emocionado. 

Era afinal, quase nada. 
E, tudo me parecia imenso. 
Transportava a minha vida. 

De modo firme, e intenso. 
Para com ele estou em divida. 
Sempre que sinto, ou nele penso. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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domingo, 1 de janeiro de 2017

ENVOLVO O TEU CORPO NUM LENÇOL



ENVOLVO O TEU CORPO NUM LENÇOL 

Envolvo o teu corpo num lençol. 
Amarrotado, pelo amor, lá vivido. 
Vejo também o nascer do sol. 
Através desse teu riso, atrevido. 

No teu corpo, reconheço o diamante. 
A pedra, mais preciosa pretendida. 
Ora perto, ora distante. 
É sempre ele, que me ilumina a vida. 

Com o olhar, visto-te suavemente 
Deixando as minhas mãos deslizar 
És tão bela, tão imponente. 

Que, meus sentimentos fazem-se manifestar. 
Sem preocupar-me, com toda aquela gente 
Que, nos estava a rodear! 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

ENVOLVO O TEU CORPO NUM LENÇOL



ENVOLVO O TEU CORPO NUM LENÇOL

Envolvo o teu corpo num lençol.
Amarrotado, pelo amor, lá vivido.
Vejo também o nascer do sol.
Através desse teu riso, atrevido.

No teu corpo, reconheço o diamante. 
A pedra, mais preciosa pretendida.
Ora perto, ora distante.
É sempre ele, que me ilumina a vida.

Com o olhar, visto-te suavemente
Deixando as minhas mãos deslizar
És tão bela, tão imponente.

Que, meus sentimentos fazem-se manifestar.
Sem preocupar-me, com toda aquela gente
Que, nos estava a rodear!

Luís Filipe D. Figueiredo

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