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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

ACABO DE VER UMA FLOR


ACABO DE VER UMA FLOR 

Acabo de ver uma flor. 
No seu lindo desabrochar.
Lembrei-me de ti, amor.
Tive, que ta ofertar.

Aberta, na tua mão.
Comecei a verificar.
E, senti a sensação. 
Que começou a murchar.

Não resistiu; e a inveja.
Dela se apoderou.
Ao defrontar uma flor mais bela

A murchar, começou.
Pobre flor singela.
Que o ciúme, não aguentou.

Luís Filipe D. Figueiredo

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