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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

ÀS VEZES FUJO DE MIM



ÀS VEZES FUJO DE MIM

Às vezes fujo de mim.
Fujo de tudo, e de nada.
Às vezes, sou assim.
Se sinto a alma, dilacerada.

Às vezes, fujo sem querer fugir.
Fujo, sem gritar.
Às vezes, sem saber para onde ir.
Fujo, te querendo encontrar.

Às vezes, fujo para esquecer.
Para não enfrentar a realidade.
Às vezes, sinto medo, de te perder.

E morrer, de saudade.
Às vezes, podes crer. 
Que fujo da minha vulnerabilidade.

Luís Filipe D. Figueiredo

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