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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

PROCURA SEM FIM


PROCURA SEM FIM

De olhos abertos. 
Percorria a estrada.
Sentimentos ocultos.
E, alma desesperada.

Procurava por ti.
Naquele dia.
Mas não te vi.
Nem te sentia.

Estavas tão longe. 
Melancolia, enorme.
Que ainda hoje. 
Me consome.

Procura sem fim.
Dentro de mim.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

PROCURA SEM FIM


PROCURA SEM FIM

De olhos abertos. 
Percorria a estrada.
Sentimentos ocultos.
E, alma desesperada.

Procurava por ti.
Naquele dia.
Mas não te vi.
Nem te sentia.

Estavas tão longe. 
Melancolia, enorme.
Que ainda hoje. 
Me consome.

Procura sem fim.
Dentro de mim.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

TELA, IMAGINÁRIA


TELA, IMAGINÁRIA

Com o olhar despreocupado.
Analisei cada gesto, que fazias.
E, no teu rosto, vi estampado.
O sentimento, que por mim sentias.

Os traços sucederam-se, ao segundo.
E, a minha tela começou a tomar forma.
Pintava a tua beleza, eras o meu mundo.
Naquele exato momento, naquela hora.

Continuei a olhar-te com minúcia.
Não quis deixar, nada ao acaso. 
Para que tudo fique em concordância.

Com o sentimento, que por ti extravaso.
Só assim venci a distância.
E, passei a sentir-te ao meu lado. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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TELA, IMAGINÁRIA


TELA, IMAGINÁRIA

Com o olhar despreocupado.
Analisei cada gesto, que fazias.
E, no teu rosto, vi estampado.
O sentimento, que por mim sentias.

Os traços sucederam-se, ao segundo.
E, a minha tela começou a tomar forma.
Pintava a tua beleza, eras o meu mundo.
Naquele exato momento, naquela hora.

Continuei a olhar-te com minúcia.
Não quis deixar, nada ao acaso. 
Para que tudo fique em concordância.

Com o sentimento, que por ti extravaso.
Só assim venci a distância.
E, passei a sentir-te ao meu lado. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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domingo, 26 de fevereiro de 2017

EMOÇÕES CONTRADITÓRIAS


EMOÇÕES CONTRADITÓRIAS 

Emoções contraditórias.
Sinto dentro de mim.
Inconfessáveis, histórias.
Mal concretizadas, e sem fim.

Abundância de conceitos.
Inexistentes, e preconcebidos.
São geradores de conflitos.
E, de desejos entorpecidos.

Deixam a minha alma. 
Em alvoroço.
E, me fazem perder a calma.

Como se eu, fora um moço. 
Entregue de corpo e alma.
Ao beijar-te as mãos, durante o almoço.

Luís Filipe D. Figueiredo

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EMOÇÕES CONTRADITÓRIAS


EMOÇÕES CONTRADITÓRIAS 

Emoções contraditórias.
Sinto dentro de mim.
Inconfessáveis, histórias.
Mal concretizadas, e sem fim.

Abundância de conceitos.
Inexistentes, e preconcebidos.
São geradores de conflitos.
E, de desejos entorpecidos.

Deixam a minha alma. 
Em alvoroço.
E, me fazem perder a calma.

Como se eu, fora um moço. 
Entregue de corpo e alma.
Ao beijar-te as mãos, durante o almoço.

Luís Filipe D. Figueiredo

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sábado, 25 de fevereiro de 2017

VIDAS PASSADAS


VIDAS PASSADAS

Em vidas passadas, já fui deserto.
Terreno aberto, sem arvoredo.
Já vivi num tempo, tão incerto.
Que embora deserto, conheci o medo.

Em vidas passadas, já fui água pura.
Jorrada da fonte, para a natureza.
Matei a sede, combati a secura.
Cuidei como pude, da sua beleza.

Em vidas passadas, já fui oceano.
Banhei continentes, dum modo profundo.
Ora agitado, ora sereno.

Por vezes implacável, inundei o mundo.
Não respeitaram o Nazareno.
E destruíram quase tudo.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

VIDAS PASSADAS


VIDAS PASSADAS

Em vidas passadas, já fui deserto.
Terreno aberto, sem arvoredo.
Já vivi num tempo, tão incerto.
Que embora deserto, conheci o medo.

Em vidas passadas, já fui água pura.
Jorrada da fonte, para a natureza.
Matei a sede, combati a secura.
Cuidei como pude, da sua beleza.

Em vidas passadas, já fui oceano.
Banhei continentes, dum modo profundo.
Ora agitado, ora sereno.

Por vezes implacável, inundei o mundo.
Não respeitaram o Nazareno.
E destruíram quase tudo.

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

NO PARQUE, DA MINHA MEMÓRIA


NO PARQUE, DA MINHA MEMÓRIA

Esta noite, andei a passear.
No parque, da minha memória.
E, acabei por vos encontrar.
Juntinhas, tu, e a nossa história.

No parque, da minha memória.
Tenho o teu sorriso guardado.
O qual, de forma satisfatória. 
Faz-me sentir, a teu lado.

No parque, da minha memória.
Existem rostos inesquecíveis.
Que de uma forma notória.

Foram, e são me imprescindíveis.
Do parque, da minha memória 
Tento abolir, os momentos terríveis.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO PARQUE, DA MINHA MEMÓRIA


NO PARQUE, DA MINHA MEMÓRIA

Esta noite, andei a passear.
No parque, da minha memória.
E, acabei por vos encontrar.
Juntinhas, tu, e a nossa história.

No parque, da minha memória.
Tenho o teu sorriso guardado.
O qual, de forma satisfatória. 
Faz-me sentir, a teu lado.

No parque, da minha memória.
Existem rostos inesquecíveis.
Que de uma forma notória.

Foram, e são me imprescindíveis.
Do parque, da minha memória 
Tento abolir, os momentos terríveis.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

FECHEI-LHE AS PÁLPEBRAS


FECHEI-LHE AS PÁLPEBRAS

Fechei-lhe as pálpebras. 
Pesadas, do cansaço. 
E, também das agruras.
Daquele triste desenlaço.

Não me peçam para contar.
O desespero, que senti.
Pois prefiro não revelar.
O quanto por ela sofri.

Estava ali, e já não estava.
Chegara o fim da agonia.
Na minha mente, ela voava.

Ao mesmo tempo que partia.
De mãos dadas, a acompanhava.
E, assim me despedia. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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FECHEI-LHE AS PÁLPEBRAS


FECHEI-LHE AS PÁLPEBRAS

Fechei-lhe as pálpebras. 
Pesadas, do cansaço. 
E, também das agruras.
Daquele triste desenlaço.

Não me peçam para contar.
O desespero, que senti.
Pois prefiro não revelar.
O quanto por ela sofri.

Estava ali, e já não estava.
Chegara o fim da agonia.
Na minha mente, ela voava.

Ao mesmo tempo que partia.
De mãos dadas, a acompanhava.
E, assim me despedia. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

BASTA


BASTA

Neste vazio confuso, que existe em mim.
Ecoam gritos de desespero, e de dor.
Vocifero os seus nomes, vezes sem fim.
E, reclamo os seus direitos, com ardor.

Neste coração impregnado de tristeza.
Onde muitas vezes, reina a revolta.
A tristeza dá lugar, à firmeza.
Atenuando a tristeza, à minha volta.

Basta, de presenciar tanta fome.
Basta de pôr velas, sobre o altar.
Basta, de dizer, que Deus não dorme.

Temos todos, mesmo todos, que o ajudar.
A atenuar, esta diferença enorme.
Entre os que precisam, e os que podem dar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

BASTA


BASTA

Neste vazio confuso, que existe em mim.
Ecoam gritos de desespero, e de dor.
Vocifero os seus nomes, vezes sem fim.
E, reclamo os seus direitos, com ardor.

Neste coração impregnado de tristeza.
Onde muitas vezes, reina a revolta.
A tristeza dá lugar, à firmeza.
Atenuando a tristeza, à minha volta.

Basta, de presenciar tanta fome.
Basta de pôr velas, sobre o altar.
Basta, de dizer, que Deus não dorme.

Temos todos, mesmo todos, que o ajudar.
A atenuar, esta diferença enorme.
Entre os que precisam, e os que podem dar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

TALVEZ AMANHÃ


TALVEZ AMANHÃ

Talvez amanhã.
Noutro lugar.
O meu talismã.
Ajude-me encontrar.

Outro, alguém.
A quem possa dizer.
Sem desdém. 
Nasci para te querer.

Vim ao mundo. 
Para te amar.
Sentimento profundo.

Que te deixo no ar.
E, onde me afundo.
Sem hesitar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

TALVEZ AMANHÃ


TALVEZ AMANHÃ

Talvez amanhã.
Noutro lugar.
O meu talismã.
Ajude-me encontrar.

Outro, alguém.
A quem possa dizer.
Sem desdém. 
Nasci para te querer.

Vim ao mundo. 
Para te amar.
Sentimento profundo.

Que te deixo no ar.
E, onde me afundo.
Sem hesitar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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domingo, 19 de fevereiro de 2017

GUARDO-TE DENTRO DE MIM


GUARDO-TE DENTRO DE MIM

Não conseguia estar risonho.
Deixei de me sentir feliz.
O dia tornou-se medonho. 
Perguntei a Deus, o que fiz? 

A dor apoderou-se de mim.
O tormento, e a revolta.
Ao aproximar-se o fim.
De quem a gente gosta.

Não encontrava resposta.
Sem chão comecei a ficar.
Temia, o que ninguém gosta.

O cheiro a morte pairava no ar.
E, esta separação imposta. 
Nunca a consegui aceitar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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GUARDO-TE DENTRO DE MIM


GUARDO-TE DENTRO DE MIM

Não conseguia estar risonho.
Deixei de me sentir feliz.
O dia tornou-se medonho. 
Perguntei a Deus, o que fiz? 

A dor apoderou-se de mim.
O tormento, e a revolta.
Ao aproximar-se o fim.
De quem a gente gosta.

Não encontrava resposta.
Sem chão comecei a ficar.
Temia, o que ninguém gosta.

O cheiro a morte pairava no ar.
E, esta separação imposta. 
Nunca a consegui aceitar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

NO ALTAR, DO ESQUECIMENTO


NO ALTAR, DO ESQUECIMENTO

No altar, do esquecimento.
Procuro esquecer o que doí 
E acredita, que não lamento.
Se esqueço, o que me corrói. 

No altar, do esquecimento.
Tento atenuar a dor.
E, nas horas de sofrimento.
À, Virgem rezo com fervor. 

O altar do esquecimento.
É, o meu local especial.
Onde eu, falo com vento.

E, com o meu pai Celestial.
Que a nós, está sempre atento.
Com o seu, amor incondicional.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO ALTAR, DO ESQUECIMENTO


NO ALTAR, DO ESQUECIMENTO

No altar, do esquecimento.
Procuro esquecer o que doí 
E acredita, que não lamento.
Se esqueço, o que me corrói. 

No altar, do esquecimento.
Tento atenuar a dor.
E, nas horas de sofrimento.
À, Virgem rezo com fervor. 

O altar do esquecimento.
É, o meu local especial.
Onde eu, falo com vento.

E, com o meu pai Celestial.
Que a nós, está sempre atento.
Com o seu, amor incondicional.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

NÃO HAVIA MAIS ENCANTO


NÃO HAVIA MAIS ENCANTO

Ao olhar-te, não senti nada.
Estava triste, consternado.
E, a minha alma frustrada.
Ainda não te tinha deixado.

Não havia mais o encanto.
Que sentira, no passado.
Apenas eu, ouvia o pranto.
O seu lamento, amargurado.

Doloroso sofrimento.
Aquele, dentro de mim.
Lamentável, o acontecimento.

Que me fez ficar assim.
Ao pedir, ajuda ao vento. 
Respondeu-me que era o fim.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NÃO HAVIA MAIS ENCANTO


NÃO HAVIA MAIS ENCANTO

Ao olhar-te, não senti nada.
Estava triste, consternado.
E, a minha alma frustrada.
Ainda não te tinha deixado.

Não havia mais o encanto.
Que sentira, no passado.
Apenas eu, ouvia o pranto.
O seu lamento, amargurado.

Doloroso sofrimento.
Aquele, dentro de mim.
Lamentável, o acontecimento.

Que me fez ficar assim.
Ao pedir, ajuda ao vento. 
Respondeu-me que era o fim.

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

DESEJEI-TE


DESEJEI-TE

Desejei-te, toda a vida.
Queria ter-te a meu lado.
Já eras por mim sentida.
Mesmo sem te ter tocado.

Desejei-te, tanto, tanto.
Que cheguei, a sonhar contigo.
Na ilha do Porto-Santo.
Num barco, junta comigo.

Atravessávamos o Atlântico.
Parecia realidade.
Que pena, não ser autêntico.

Para me amares, com reciprocidade.
E, viveres, este momento romântico.
Que eu vivi, pleno de liberdade.

Luís Filipe D. Figueiredo

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DESEJEI-TE


DESEJEI-TE

Desejei-te, toda a vida.
Queria ter-te a meu lado.
Já eras por mim sentida.
Mesmo sem te ter tocado.

Desejei-te, tanto, tanto.
Que cheguei, a sonhar contigo.
Na ilha do Porto-Santo.
Num barco, junta comigo.

Atravessávamos o Atlântico.
Parecia realidade.
Que pena, não ser autêntico.

Para me amares, com reciprocidade.
E, viveres, este momento romântico.
Que eu vivi, pleno de liberdade.

Luís Filipe D. Figueiredo

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

COM OS OLHOS MAREJADOS


COM OS OLHOS MAREJADOS

Com os olhos marejados.
E, um grito de revolta.
Sentimentos exaltados.
Expandiam-se à minha volta.

Eram muitos.
Os, que estavam ali.
Contactos proscritos.
Que sofrem entre si.

Gente que sofre. 
E, não encontra saída.
Que chama pela morte. 

Cansados da vida.
Tristes, com a sorte. 
Da vida, sofrida.

Luís Filipe D. Figueiredo

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COM OS OLHOS MAREJADOS


COM OS OLHOS MAREJADOS

Com os olhos marejados.
E, um grito de revolta.
Sentimentos exaltados.
Expandiam-se à minha volta.

Eram muitos.
Os, que estavam ali.
Contactos proscritos.
Que sofrem entre si.

Gente que sofre. 
E, não encontra saída.
Que chama pela morte. 

Cansados da vida.
Tristes, com a sorte. 
Da vida, sofrida.

Luís Filipe D. Figueiredo

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

EU, QUERO


EU, QUERO

Eu, quero, que o meu soneto.
Fale de um mundo melhor.
Eu quero, e prometo.
Que nele falarei com amor.

Eu, quero, que o meu soneto.
Aconchegue o teu coração.
E, não se torne obsoleto.
E, desperte a tua atenção.

Eu quero, que o meu soneto.
Seja simples, mas sincero.
Para, que seja dileto.

E, corresponda ao que quero.
Eu, quero, que o meu soneto.
Transmita-te a magia, que espero.

Luís Filipe D. Figueiredo

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EU, QUERO


EU, QUERO

Eu, quero, que o meu soneto.
Fale de um mundo melhor.
Eu quero, e prometo.
Que nele falarei com amor.

Eu, quero, que o meu soneto.
Aconchegue o teu coração.
E, não se torne obsoleto.
E, desperte a tua atenção.

Eu quero, que o meu soneto.
Seja simples, mas sincero.
Para, que seja dileto.

E, corresponda ao que quero.
Eu, quero, que o meu soneto.
Transmita-te a magia, que espero.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O MEU MUNDO


O MEU MUNDO

O meu mundo é uma loucura.
É estar aqui, e não estar.
É olhar, com doçura.
Os teus olhos, cor de mar.

É sentir-te, perto de mim.
Quando para ti, estou a recitar.
É amar-te, até ao fim.
Sem saber, onde vou parar.

O meu mundo é o teu.
Ao unirmos, as nossas bocas.
Pois o teu faz parte do meu.

Sempre que elas ficam juntas.
Se és tu, ou sou eu.
Não me importam as perguntas.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O MEU MUNDO


O MEU MUNDO

O meu mundo é uma loucura.
É estar aqui, e não estar.
É olhar, com doçura.
Os teus olhos, cor de mar.

É sentir-te, perto de mim.
Quando para ti, estou a recitar.
É amar-te, até ao fim.
Sem saber, onde vou parar.

O meu mundo é o teu.
Ao unirmos, as nossas bocas.
Pois o teu faz parte do meu.

Sempre que elas ficam juntas.
Se és tu, ou sou eu.
Não me importam as perguntas.

Luís Filipe D. Figueiredo

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

CONSIGO TOCAR, O INTOCÁVEL.


CONSIGO TOCAR, O INTOCÁVEL.

Consigo tocar o intocável.
Quando vejo o teu corpo, e não o tenho.
Consigo ver o teu ar afável.
Sempre que quero, e me empenho.

Consigo sentir, a tua respiração.
E, o suave perfume, que o teu corpo exala.
Mesmo que estejas no meio da multidão.
O odor da tua cútis, ninguém iguala.

Consigo tocar, o intocável.
Mesmo que te reduzam a cinza, ou pó
Sinto-te de forma inimaginável. 

Sinto-te amor, mesmo que esteja só.
Não o fazer, seria imperdoável.
E, eternamente de mim sentiria dó.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

CONSIGO TOCAR, O INTOCÁVEL.


CONSIGO TOCAR, O INTOCÁVEL. 

Consigo tocar o intocável. 
Quando vejo o teu corpo, e não o tenho. 
Consigo ver o teu ar afável. 
Sempre que quero, e me empenho. 

Consigo sentir, a tua respiração. 
E, o suave perfume, que o teu corpo exala. 
Mesmo que estejas no meio da multidão. 
O odor da tua cutis, ninguém iguala. 

Consigo tocar, o intocável . 
Mesmo que te reduzam a cinza, ou pó 
Sinto-te de forma inimaginável. 

Sinto-te amor, mesmo que esteja só. 
Não o fazer, seria imperdoável. 
E, eternamente de mim sentiria dó. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

MAIS DURO, QUE MORRER


MAIS DURO, QUE MORRER

Mais duro, que morrer.
É ver, o aproximar do fim.
É sentir, o desfalecer.
Dos sonhos, que há mim.

Mais duro, que morrer.
É o ver, ir-te embora.
E, tristemente reconhecer.
Que ainda, não era a hora.

Pior que sofrer.
É chegar à conclusão.
Que mais duro, que morrer.

É viver, na solidão.
É sentir-te, e não te ter.
Meu amor, minha paixão.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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MAIS DURO, QUE MORRER


MAIS DURO, QUE MORRER

Mais duro, que morrer.
É ver, o aproximar do fim.
É sentir, o desfalecer.
Dos sonhos, que há mim.

Mais duro, que morrer.
É o ver, ir-te embora.
E, tristemente reconhecer.
Que ainda, não era a hora.

Pior que sofrer.
É chegar à conclusão.
Que mais duro, que morrer.

É viver, na solidão.
É sentir-te, e não te ter.
Meu amor, minha paixão.

Luís Filipe D. Figueiredo 

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

CRUELDADE IMUNDA



CRUELDADE IMUNDA

Crueldade imunda é o que vejo.
Nalguns semblantes, duros e fechados.
Ao fita-los, revoltam-me, pois prevejo.
Que não adianta tentar cativa-los.

Perdidos, pela ambição, e egoísmo.
Só consideram, o seu bem-estar.
Fechados em si, e sem altruísmo.
Nada, conseguem aos outros doar.

Especialistas, na arte de bem falar.
Todos eles gostam de prometer.
Fingindo se preocupar.

Com os que vegetam, e estão a morrer.
Crápulas, não os consigo aceitar.
Nem tão pouco, com eles conviver.

Luís Filipe D Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

CRUELDADE IMUNDA


CRUELDADE IMUNDA

Crueldade imunda é o que vejo.
Nalguns semblantes, duros e fechados.
Ao fita-los, revoltam-me, pois prevejo.
Que não adianta tentar cativa-los.

Perdidos, pela ambição, e egoísmo.
Só consideram, o seu bem-estar.
Fechados em si, e sem altruísmo.
Nada, conseguem aos outros doar.

Especialistas, na arte de bem falar.
Todos eles gostam de prometer.
Fingindo se preocupar.

Com os que vegetam, e estão a morrer.
Crápulas, não os consigo aceitar.
Nem tão pouco, com eles conviver.

Luís Filipe D Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

PESADELO


PESADELO

No dia, que as árvores desabaram.
Eu senti a terra a tremer.
E, os meus olhos, presenciaram.
O último entardecer.

A lua, que iluminava a terra.
Rapidamente se transtornou.
Ao ver os homens, em guerra.
Também ela a chorar ficou.

As estrelas deixaram de brilhar
O sol, não voltou a nascer.
E, o mundo a agonizar.

Presenciava os homens, a morrer.
E, eu, sem nada poder alterar.
Via a humanidade a desaparecer. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

PESADELO


PESADELO

No dia, que as árvores desabaram.
Eu senti a terra a tremer.
E, os meus olhos, presenciaram.
O último entardecer.

A lua, que iluminava a terra.
Rapidamente se transtornou.
Ao ver os homens, em guerra.
Também ela a chorar ficou.

As estrelas deixaram de brilhar.
O sol, não voltou a nascer.
E, o mundo a agonizar.

Presenciava os homens, a morrer.
E, eu, sem nada poder alterar.
Via a humanidade a desaparecer. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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