Total de visualizações de página

domingo, 19 de fevereiro de 2017

GUARDO-TE DENTRO DE MIM


GUARDO-TE DENTRO DE MIM

Não conseguia estar risonho.
Deixei de me sentir feliz.
O dia tornou-se medonho. 
Perguntei a Deus, o que fiz? 

A dor apoderou-se de mim.
O tormento, e a revolta.
Ao aproximar-se o fim.
De quem a gente gosta.

Não encontrava resposta.
Sem chão comecei a ficar.
Temia, o que ninguém gosta.

O cheiro a morte pairava no ar.
E, esta separação imposta. 
Nunca a consegui aceitar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

Nenhum comentário:

Postar um comentário