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quarta-feira, 29 de março de 2017

AO TOCARES O MEU AMOR


AO TOCARES O MEU AMOR 

Ao tocares o meu amor 
Vibro de felicidade
E, ao sentir o teu calor
Entrego-me sem falsidade

Esqueço a minha condição
Esqueço até a realidade
Vivo o sonho, e a sensação
Entrego-me na totalidade

Ao sentir as tuas mãos
Deslizando na minha pele
Meu corpo sente arrepios
E, tu entregas-te a ele 

Tomas conta dos meus sentidos
Sinto-te de mim apoderar
Oiço, e vibro com teus gemidos
Não cesso de te amar 

Ai, como queria parar o tempo
E, manter-te nos meus braços
Para nesse espaço-tempo 
Ficar, sentindo teus abraços 

Queria ainda, poder perpetuar 
Este nosso momento de magia 
Para ninguém nos afastar
Nem tentar, essa ousadia 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)




AO TOCARES O MEU AMOR


AO TOCARES O MEU AMOR 

Ao tocares o meu amor 
Vibro de felicidade
E, ao sentir o teu calor
Entrego-me sem falsidade

Esqueço a minha condição
Esqueço até a realidade
Vivo o sonho, e a sensação
Entrego-me na totalidade

Ao sentir as tuas mãos
Deslizando na minha pele
Meu corpo sente arrepios
E, tu entregas-te a ele 

Tomas conta dos meus sentidos
Sinto-te de mim apoderar
Oiço, e vibro com teus gemidos
Não cesso de te amar 

Ai, como queria parar o tempo
E, manter-te nos meus braços
Para nesse espaço-tempo 
Ficar, sentindo teus abraços 

Queria ainda, poder perpetuar 
Este nosso momento de magia 
Para ninguém nos afastar
Nem tentar, essa ousadia 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)





quarta-feira, 8 de março de 2017

O TEU PERFUME


O TEU PERFUME 

O teu perfume inconfundível.
Por todos, era notado.
Tinha uma essência incrível.
E, a nada era equiparado.

Estava profundamente errado.
Ao fazer, esta afirmação.
Pois ele foi suplantado.
Quando te olhei com atenção.

O teu rosto me marcou.
Os teus olhos fulminaram.
A minha alma amou.

E, os meus lábios te beijaram.
O Mundo, para mim parou.
Ao sentir que os teus vibraram.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O TEU PERFUME


O TEU PERFUME 

O teu perfume inconfundível.
Por todos, era notado.
Tinha uma essência incrível.
E, a nada era equiparado.

Estava profundamente errado.
Ao fazer, esta afirmação.
Pois ele foi suplantado.
Quando te olhei com atenção.

O teu rosto me marcou.
Os teus olhos fulminaram.
A minha alma amou.

E, os meus lábios te beijaram.
O Mundo, para mim parou.
Ao sentir que os teus vibraram.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 7 de março de 2017

O MUNDO FICA MAIS POBRE


O MUNDO FICA MAIS POBRE

Por cada árvore, que matam.
Sinto-me mais revoltado. 
É menos um jardim que enfeitam.
De um modo, aprimorado.

O perfume, que elas exalam.
Deixa-se de fazer sentir.
E, os ramos onde os pássaros cantam.
Deixam de existir.

O mundo fica mais pobre.
Cada vez, que tal acontece.
E, a minha alma triste, e nobre.

Quase, que esmorece.
Ao sentir, que o meu coração descobre.
Que o homem, com tal se embevece.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O MUNDO FICA MAIS POBRE


O MUNDO FICA MAIS POBRE

Por cada árvore, que matam.
Sinto-me mais revoltado. 
É menos um jardim que enfeitam.
De um modo, aprimorado.

O perfume, que elas exalam.
Deixa-se de fazer sentir.
E, os ramos onde os pássaros cantam.
Deixam de existir.

O mundo fica mais pobre.
Cada vez, que tal acontece.
E, a minha alma triste, e nobre.

Quase, que esmorece.
Ao sentir, que o meu coração descobre.
Que o homem, com tal se embevece.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 3 de março de 2017

DÁ-ME A TUA MÃO, E VEM


DÁ-ME A TUA MÃO, E VEM

Dá-me a tua mão, e vem.
Vem comigo, mais além.
Passear naquela nuvem.
Que não leva lá ninguém.

Quero sentir o teu cheiro.
O calor, da tua pele.
Que faz-me sentir inteiro.
E, a doçura do teu mel.

Dá-me a tua mão, e vem. 
Vem, sem hesitar.
Não sintas medo meu bem.

De te deliciar.
Dá-me a tua mão, e vem.
Quero-te amar. 

Luís Filipe Domingues Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

DÁ-ME A TUA MÃO, E VEM


DÁ-ME A TUA MÃO, E VEM

Dá-me a tua mão, e vem.
Vem comigo, mais além.
Passear naquela nuvem.
Que não leva lá ninguém.

Quero sentir o teu cheiro.
O calor, da tua pele.
Que faz-me sentir inteiro.
E, a doçura do teu mel.

Dá-me a tua mão, e vem. 
Vem, sem hesitar.
Não sintas medo meu bem.

De te deliciar.
Dá-me a tua mão, e vem.
Quero-te amar. 

Luís Filipe Domingues Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 2 de março de 2017

NO SILÊNCIO DA MADRUGADA



NO SILÊNCIO DA MADRUGADA

Foi no silêncio da madrugada. 
Que escutei a voz do mar.
O qual se fazia ouvir na sacada.
De onde o estava a contemplar. 

Tinha o vento a seu favor.
Que, assobiava baixinho.
Dádiva maravilhosa, de amor.
Que o trouxe com carinho. 

Maravilhado, ao fita-lo.
Não consegui evitar.
E, decidi guarda-lo.

Para mais tarde poetizar. 
Este momento singelo.
Que para vós, quero narrar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO SILÊNCIO DA MADRUGADA


NO SILÊNCIO DA MADRUGADA

Foi no silêncio da madrugada. 
Que escutei a voz do mar.
O qual se fazia ouvir na sacada.
De onde o estava a contemplar. 

Tinha o vento a seu favor.
Que, assobiava baixinho.
Dádiva maravilhosa, de amor.
Que o trouxe com carinho. 

Maravilhado, ao fita-lo.
Não consegui evitar.
E, decidi guarda-lo.

Para mais tarde poetizar. 
Este momento singelo.
Que para vós, quero narrar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quarta-feira, 1 de março de 2017

SINTO MEDO DE TE PERDER



SINTO MEDO DE TE PERDER

Sinto medo de te perder.
Sempre que tenho, que partir.
Sinto fugir-me o chão, e a tremer.
Peço a Deus, que me deixe vir.

Quero voltar a sentir este amor.
Que vive enraizado, dentro de mim.
Quero eternamente, sentir o fulgor.
Que me faz, sentir assim.

Necessito abraçar, o teu lindo corpo.
Beija-lo, ardentemente.
E, numa luta excitada, corpo a corpo.

Atingirmos o orgasmo, simultaneamente. 
Deixando a boca, do teu corpo.
Num latejar lento, e concomitante.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SINTO MEDO DE TE PERDER


SINTO MEDO DE TE PERDER 

Sinto medo de te perder. 
Sempre que tenho, que partir. 
Sinto fugir-me o chão, e a tremer. 
Peço a Deus, que me deixe vir. 

Quero voltar a sentir este amor. 
Que vive enraizado, dentro de mim. 
Quero eternamente, sentir o fulgor. 
Que me faz, sentir assim. 

Necessito abraçar, o teu lindo corpo. 
Beija-lo, ardentemente. 
E, numa luta excitada, corpo a corpo. 

Atingirmos o orgasmo, simultaneamente. 
Deixando a boca, do teu corpo. 
Num latejar lento, e concomitante .

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)