Total de visualizações de página

domingo, 30 de abril de 2017

O TEU CORPO É UM MUNDO


O TEU CORPO É UM MUNDO

O teu corpo é um mundo.
Que desbravo lentamente. 
No teu corpo encontro tudo.
Que amo profundamente.

O teu corpo é o meu corpo.
Que percorro palmo a palmo.
O teu corpo deixa-me louco.
Satisfaz-me, e deixa-me calmo.

O teu corpo são Primaveras.
É o perfume das mais belas flores.
São os meus sonhos, e quimeras.

Os teus olores, e sabores.
O teu corpo são as amarras.
Onde prendo os meus temores.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O TEU CORPO É UM MUNDO


O TEU CORPO É UM MUNDO

O teu corpo é um mundo.
Que desbravo lentamente. 
No teu corpo encontro tudo.
Que amo profundamente.

O teu corpo é o meu corpo.
Que percorro palmo a palmo.
O teu corpo deixa-me louco.
Satisfaz-me, e deixa-me calmo.

O teu corpo são Primaveras.
É o perfume das mais belas flores.
São os meus sonhos, e quimeras.

Os teus olores, e sabores.
O teu corpo são as amarras.
Onde prendo os meus temores.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A PRIMAVERA CHEGOU


A PRIMAVERA CHEGOU 

A Primavera chegou 
E, com ela uma andorinha
Que assim festejou
A sua viagem, coitadinha 

Fiquei tão feliz com a boa nova 
Que, olhei-a com olhos de ver 
E, vi que por onde voava 
As flores estavam a nascer

Pouco depois apareceu o sol
Que assinalou o momento 
Pintando as nuvens de arrebol 

Tornando mais belo o firmamento
E, um campo de girassol 
Que visitou, na companhia do vento

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98

quarta-feira, 26 de abril de 2017

SENTI A TUA ALMA DESFALECER


SENTI A TUA ALMA DESFALECER

No meio do vendaval.
Senti a tua alma desfalecer.
Abandonara o papel principal.
Parecia estar a morrer.

Era uma árvore vergada.
Partida pelo vento.
Era uma flor enfraquecida.
Mal cuidada, e sem alento.

Estava tão desamparada.
Que quase não a reconhecia.
Dentro dela, já não havia nada.

Tristemente; era o que eu sentia.
A sua essência, perfumada 
Desvaneceu-se, já não existia. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SENTI A TUA ALMA DESFALECER


SENTI A TUA ALMA DESFALECER

No meio do vendaval.
Senti a tua alma desfalecer.
Abandonara o papel principal.
Parecia estar a morrer.

Era uma árvore vergada.
Partida pelo vento.
Era uma flor enfraquecida.
Mal cuidada, e sem alento.

Estava tão desamparada.
Que quase não a reconhecia.
Dentro dela, já não havia nada.

Tristemente; era o que eu sentia.
A sua essência, perfumada 
Desvaneceu-se, já não existia. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

sábado, 22 de abril de 2017

OLHO AO LONGE O HORIZONTE


OLHO AO LONGE O HORIZONTE

Olho ao longe o horizonte.
Sinto o aproximar da tempestade.
Vejo a cascata, que surge no monte.
Deslumbrante, na sua simplicidade.

Impressionado com tanta beleza.
Não consigo desviar o meu olhar.
É tão deslumbrante a mãe natureza.
Que todo eu me sinto vibrar.

Há vestígios, de amor, e ternura no ar.
Há sonhos, e magia na minha mente.
Há rostos perdidos, a procurar.

Uma vida melhor, e diferente.
Tento, que olhem, com o meu olhar.
Pois não lhes consigo ficar indiferente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

OLHO AO LONGE O HORIZONTE


OLHO AO LONGE O HORIZONTE

Olho ao longe o horizonte.
Sinto o aproximar da tempestade.
Vejo a cascata, que surge no monte.
Deslumbrante, na sua simplicidade.

Impressionado com tanta beleza.
Não consigo desviar o meu olhar.
É tão deslumbrante a mãe natureza.
Que todo eu me sinto vibrar.

Há vestígios, de amor, e ternura no ar.
Há sonhos, e magia na minha mente.
Há rostos perdidos, a procurar.

Uma vida melhor, e diferente.
Tento, que olhem, com o meu olhar.
Pois não lhes consigo ficar indiferente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 18 de abril de 2017

DUAS LÁGRIMAS AO DESAFIO


DUAS LÁGRIMAS AO DESAFIO

Duas lágrimas ao desafio.
O teu semblante visitou.
Era noite, e estava frio.
Nenhuma delas se pronunciou.

Deslizaram em silêncio.
E, molharam o teu rosto.
Nada lhes foi indiferente.
Sentindo o quanto de ti gosto.

A minha alma generosa.
Não lhes quis ficar atrás 
E, embora desgostosa.

Informou-as onde estás.
Minha bela, flor charmosa.
Que em mim sempre viverás. 

Luís Filipe D Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

DUAS LÁGRIMAS AO DESAFIO


DUAS LÁGRIMAS AO DESAFIO

Duas lágrimas ao desafio.
O teu semblante visitou.
Era noite, e estava frio.
Nenhuma delas se pronunciou.

Deslizaram em silêncio.
E, molharam o teu rosto.
Nada lhes foi indiferente.
Sentindo o quanto de ti gosto.

A minha alma generosa.
Não lhes quis ficar atrás 
E, embora desgostosa.

Informou-as onde estás.
Minha bela, flor charmosa.
Que em mim sempre viverás. 

Luís Filipe D Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 10 de abril de 2017

EU, QUIS CANTAR, UMA CANÇÃO



EU, QUIS CANTAR, UMA CANÇÃO 

Eu quis cantar, uma canção. 
Que um dia fiz para ti. 
Eu quis cantar a ilusão. 
Mas não consegui. 

Eu quis cantar, a sensação. 
Que o meu coração sentiu. 
Eu quis cantar, a emoção. 
Que um dia em mim existiu. 

Eu quis cantar… eu quis cantar. 
Eu quis sorrir… eu quis sorrir. 
Eu quis sonhar, sem parar. 
Que te estava a sentir. 
Eu quis amar-te, e recitar. 
Pois sem ti, não consigo existir. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados 
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98))

EU, QUIS CANTAR, UMA CANÇÃO


EU, QUIS CANTAR, UMA CANÇÃO

Eu quis cantar, uma canção.
Que um dia fiz para ti.
Eu quis cantar a ilusão.
Mas não consegui.

Eu quis cantar, a sensação.
Que o meu coração sentiu.
Eu quis cantar, a emoção.
Que um dia em mim existiu.

Eu quis cantar… eu quis cantar.
Eu quis sorrir… eu quis sorrir.
Eu quis sonhar, sem parar.
Que te estava a sentir.
Eu quis amar-te, e recitar.
Pois sem ti, não consigo existir.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)