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terça-feira, 30 de maio de 2017

O SOL ADORMECE, E A NOITE CAI


O SOL ADORMECE, E A NOITE CAI

O sol adormece, e a noite cai.
E, eu persigo a lua, para ver onde vai.
Falo com ela, com muito carinho. 
E, deixo-me de sentir, tão sozinho.

Digo-lhe que é bela, com emoção.
E, fico à janela, com a sensação.
Que te vou encontrar, nalgum lugar.
No céu, na terra, ou à beira-mar.

Deixo voar, os pensamentos.
E peço ajuda aos oito ventos.
Que sem hesitar, sopram bem alto
Fazendo-me levantar, os pés do asfalto 

Voando para ti, com muita paixão.
E albergando-te em mim, no coração.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)



O SOL ADORMECE, E A NOITE CAI


O SOL ADORMECE, E A NOITE CAI

O sol adormece, e a noite cai.
E, eu persigo a lua, para ver onde vai.
Falo com ela, com muito carinho. 
E, deixo-me de sentir, tão sozinho.

Digo-lhe que é bela, com emoção.
E, fico à janela, com a sensação.
Que te vou encontrar, nalgum lugar.
No céu, na terra, ou à beira-mar.

Deixo voar, os pensamentos.
E peço ajuda aos oito ventos.
Que sem hesitar, sopram bem alto
Fazendo-me levantar, os pés do asfalto 

Voando para ti, com muita paixão.
E albergando-te em mim, no coração.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

SÓ EU


SÓ EU 

Só eu sinto o teu coração a bater.
E, consigo decifrar o que ele diz.
Só ele faz-me enaltecer.
E, desejar que te sintas feliz.

Só eu zelo, com este ardor.
Por este amor que me transcende.
E, se torna avassalador
A cada instante que me surpreende.

Só eu vigio o teu sono.
E, acaricio os teus cabelos.
E, te coloco num trono.

Rodeada de muitos labelos.
Só eu te proporciono.
Estes momentos tão belos. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)





SÓ EU


SÓ EU 

Só eu sinto o teu coração a bater.
E, consigo decifrar o que ele diz.
Só ele faz-me enaltecer.
E, desejar que te sintas feliz.

Só eu zelo, com este ardor.
Por este amor que me transcende.
E, se torna avassalador
A cada instante que me surpreende.

Só eu vigio o teu sono.
E, acaricio os teus cabelos.
E, te coloco num trono.

Rodeada de muitos labelos.
Só eu te proporciono.
Estes momentos tão belos. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

POR TI, PERDI O MEDO


POR TI, PERDI O MEDO

Por ti, perdi o medo.
Desbravei o deserto.
Enfrentei o mundo.
E, senti-me completo.

Por ti, cometi loucuras.
Atravessei oceanos.
Suportei amarguras.
E, alguns desenganos.

Por ti, amei sem duvidar.
E, senti como nunca senti.
Os dias, e as noites de luar.

Por ti, senti o que senti
Ao te abraçar. 
E, ficar perto de ti.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

POR TI, PERDI O MEDO


POR TI, PERDI O MEDO

Por ti, perdi o medo.
Desbravei o deserto.
Enfrentei o mundo.
E, senti-me completo.

Por ti, cometi loucuras.
Atravessei oceanos.
Suportei amarguras.
E, alguns desenganos.

Por ti, amei sem duvidar.
E, senti como nunca senti.
Os dias, e as noites de luar.

Por ti, senti o que senti
Ao te abraçar. 
E, ficar perto de ti.

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

ACARICIO O TEU CORPO NU


ACARICIO O TEU CORPO NU

Quando a minha pele suave.
Toca o fundo da tua alma.
Não surge nenhum entrave.
E, eu te amo com calma.

Acaricio o teu corpo nu.
E, sugo os teus belos seios.
Esqueço quem és tu.
E, perco-me nos meus devaneios.

Deixando-me inebriar. 
Com o cheiro que tu exalas.
O meu coração a palpitar.

Grita, que me amas.
E, chega a suplicar.
Por o teu corpo, a arder em chamas.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

ACARICIO O TEU CORPO NU


ACARICIO O TEU CORPO NU

Quando a minha pele suave.
Toca o fundo da tua alma.
Não surge nenhum entrave.
E, eu te amo com calma.

Acaricio o teu corpo nu.
E, sugo os teus belos seios.
Esqueço quem és tu.
E, perco-me nos meus devaneios.

Deixando-me inebriar. 
Com o cheiro que tu exalas.
O meu coração a palpitar.

Grita, que me amas.
E, chega a suplicar.
Por o teu corpo, a arder em chamas.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quarta-feira, 24 de maio de 2017

NO DIA QUE TE CONHECI


NO DIA QUE TE CONHECI

No dia que te conheci.
Ouvi o mar a cantar.
E, tu estavas ali.
Nas suas ondas, a bailar.

Dançavas só para mim.
Deixavas-me fascinado.
A tua beleza não tinha fim.
E, eu estava apaixonado.

Sozinho na areia da praia.
Fitava cada gesto, que fazias.
E, a espuma que te enleia.

Tornava-te mais bela, quando sorrias.
E, eu… com os pés pregados na areia. 
Tocava piano, enquanto o ouvia.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO DIA QUE TE CONHECI


NO DIA QUE TE CONHECI

No dia que te conheci.
Ouvi o mar a cantar.
E, tu estavas ali.
Nas suas ondas, a bailar.

Dançavas só para mim.
Deixavas-me fascinado.
A tua beleza não tinha fim.
E, eu estava apaixonado.

Sozinho na areia da praia.
Fitava cada gesto, que fazias.
E, a espuma que te enleia.

Tornava-te mais bela, quando sorrias.
E, eu… com os pés pregados na areia. 
Tocava piano, enquanto o ouvia.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

segunda-feira, 22 de maio de 2017

GUARDADOS NO BAÚ DO TEMPO


GUARDADOS NO BAÚ DO TEMPO

Guardados no baú do tempo.
Deixo-os estar, adormecidos.
Não existe dor, nem lamento.
Nos fatos por mim, vividos.

Não os quero ignorar.
Fazem parte do meu passado.
E, passe o tempo que passar.
Formam o meu aprendizado.

Sentimentos amorosos.
Que jamais serão esquecidos.
Por vezes foram duvidosos. 

E pouco esclarecidos.
Tornaram-se calorosos. 
E, muito apetecidos.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

GUARDADOS NO BAÚ DO TEMPO


GUARDADOS NO BAÚ DO TEMPO

Guardados no baú do tempo.
Deixo-os estar, adormecidos.
Não existe dor, nem lamento.
Nos fatos por mim, vividos.

Não os quero ignorar.
Fazem parte do meu passado.
E, passe o tempo que passar.
Formam o meu aprendizado.

Sentimentos amorosos.
Que jamais serão esquecidos.
Por vezes foram duvidosos. 

E pouco esclarecidos.
Tornaram-se calorosos. 
E, muito apetecidos.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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sexta-feira, 19 de maio de 2017

É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO


É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO 

É a tua voz, que eu oiço. 
É o teu sorriso, que vejo. 
É o teu feitiço, que sinto 
Sempre que olho o Tejo. 

Sinto a pele arrepiar. 
E, uma paixão enorme. 
Pois ele faz-me lembrar. 
O teu rosto quando dorme 

Este rio, que é dotado. 
De uma beleza sem-igual. 
Só pode ser comparado. 

Com a tua beleza sensual. 
Que de um modo inesperado. 
Fez nascer este amor real. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO


É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO 

É a tua voz, que eu oiço.
É o teu sorriso, que vejo.
É o teu feitiço, que sinto 
Sempre que olho o Tejo.

Sinto a pele arrepiar.
E, uma paixão enorme.
Pois ele faz-me lembrar.
O teu rosto quando dorme

Este rio, que é dotado.
De uma beleza sem-igual.
Só pode ser comparado.

Com a tua beleza sensual.
Que de um modo inesperado.
Fez nascer este amor real.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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quinta-feira, 18 de maio de 2017

FECHEI A PORTA AO MUNDO


FECHEI A PORTA AO MUNDO

Fechei a porta ao mundo.
No dia em que te conheci.
Isolados, esqueci tudo.
Vivi apenas, e só para ti.

As horas pararam, no tempo.
Os meses pararam, no ano.
Os dias, a linha do tempo.
O tempo que eu te amo.

Com amor escrevi o presente. 
Por amor descuidei o futuro.
E, apenas tu, estás-me na mente.

Neste amor sublime, e puro.
Não me importo que certa gente.
Não me entenda, não me torturo.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

FECHEI A PORTA AO MUNDO


FECHEI A PORTA AO MUNDO

Fechei a porta ao mundo.
No dia em que te conheci.
Isolados, esqueci tudo.
Vivi apenas, e só para ti.

As horas pararam, no tempo.
Os meses pararam, no ano.
Os dias, a linha do tempo.
O tempo que eu te amo.

Com amor escrevi o presente. 
Por amor descuidei o futuro.
E, apenas tu, estás-me na mente.

Neste amor sublime, e puro.
Não me importo que certa gente.
Não me entenda, não me torturo.

Luís Filipe D. Figueiredo

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Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

terça-feira, 16 de maio de 2017

O RUGIR DO LEÃO


O RUGIR DO LEÃO

Amei rugir como um leão.
Amei, eu juro que a amei.
Não tive como não.
Naquela noite consumei.

A minha enorme paixão.
Só existia-mos nós; eu, ela.
E, aquela imensa imensidão.
Que avistava da janela.

Senti-me um leão.
Dominador, implacável.
Tu despertavas-me a atenção.

Eras a minha presa admirável.
Impossível, não sentir a sensação.
Deste grande amor, inquestionável.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

O RUGIR DO LEÃO


O RUGIR DO LEÃO

Amei rugir como um leão.
Amei, eu juro que a amei.
Não tive como não.
Naquela noite consumei.

A minha enorme paixão.
Só existia-mos nós; eu, ela.
E, aquela imensa imensidão.
Que avistava da janela.

Senti-me um leão.
Dominador, implacável.
Tu despertavas-me a atenção.

Eras a minha presa admirável.
Impossível, não sentir a sensação.
Deste grande amor, inquestionável.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

quinta-feira, 11 de maio de 2017

ESCREVI OS MEUS VERSOS NA ÁGUA



ESCREVI OS MEUS VERSOS NA ÁGUA

Escrevi os meus versos na água.
Para que ela, os levasse até ti.
E, neles exprimi a mágoa.
Que sentia, por não estares aqui.

Palavras simples, mas sentidas.
Formam os versos que te envio. 
Por vezes são tão doloridas.
Que me provocam o calafrio.

Deixo-os a navegar no verde-mar.
Que me lembra, o verde dos teus olhos.
E, com o meu coração a palpitar

Começo a viver os meus sonhos.
Nos quais, tudo consigo realizar.
E, tonar os meus dias mais risinhos. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

ESCREVI OS MEUS VERSOS NA ÁGUA


ESCREVI OS MEUS VERSOS NA ÁGUA

Escrevi os meus versos na água.
Para que ela, os levasse até ti.
E, neles exprimi a mágoa.
Que sentia, por não estares aqui.

Palavras simples, mas sentidas.
Formam os versos que te envio. 
Por vezes são tão doloridas.
Que me provocam o calafrio.

Deixo-os a navegar no verde-mar.
Que me lembra, o verde dos teus olhos.
E, com o meu coração a palpitar

Começo a viver os meus sonhos.
Nos quais, tudo consigo realizar.
E, tonar os meus dias mais risinhos. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

SE EU PUDESSE FALAR COM DEUS


SE EU PUDESSE FALAR COM DEUS

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe para ele parar a lua.
E, realizar os sonhos, meus.
Ao ver-te completamente nua.

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe para ele parar o sol.
E, aquecer com os beijos teus.
A minha boca, à luz de arrebol.

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe asas, para voar.
E, que iluminasse os filhos seus.

Quando estamos para pecar.
Ai, se eu pudesse falar com Deus.
Prometia-lhe, que sempre te vou amar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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SE EU PUDESSE FALAR COM DEUS


SE EU PUDESSE FALAR COM DEUS

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe para ele parar a lua.
E, realizar os sonhos, meus.
Ao ver-te completamente nua.

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe para ele parar o sol.
E, aquecer com os beijos teus.
A minha boca, à luz de arrebol.

Se eu pudesse falar com Deus.
Pedia-lhe asas, para voar.
E, que iluminasse os filhos seus.

Quando estamos para pecar.
Ai, se eu pudesse falar com Deus.
Prometia-lhe, que sempre te vou amar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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