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sexta-feira, 19 de maio de 2017

É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO


É A TUA VOZ, QUE EU OIÇO 

É a tua voz, que eu oiço. 
É o teu sorriso, que vejo. 
É o teu feitiço, que sinto 
Sempre que olho o Tejo. 

Sinto a pele arrepiar. 
E, uma paixão enorme. 
Pois ele faz-me lembrar. 
O teu rosto quando dorme 

Este rio, que é dotado. 
De uma beleza sem-igual. 
Só pode ser comparado. 

Com a tua beleza sensual. 
Que de um modo inesperado. 
Fez nascer este amor real. 

Luís Filipe D. Figueiredo 

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