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terça-feira, 16 de maio de 2017

O RUGIR DO LEÃO


O RUGIR DO LEÃO

Amei rugir como um leão.
Amei, eu juro que a amei.
Não tive como não.
Naquela noite consumei.

A minha enorme paixão.
Só existia-mos nós; eu, ela.
E, aquela imensa imensidão.
Que avistava da janela.

Senti-me um leão.
Dominador, implacável.
Tu despertavas-me a atenção.

Eras a minha presa admirável.
Impossível, não sentir a sensação.
Deste grande amor, inquestionável.

Luís Filipe D. Figueiredo

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