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domingo, 1 de janeiro de 2017

ENVOLVO O TEU CORPO NUM LENÇOL



ENVOLVO O TEU CORPO NUM LENÇOL 

Envolvo o teu corpo num lençol. 
Amarrotado, pelo amor, lá vivido. 
Vejo também o nascer do sol. 
Através desse teu riso, atrevido. 

No teu corpo, reconheço o diamante. 
A pedra, mais preciosa pretendida. 
Ora perto, ora distante. 
É sempre ele, que me ilumina a vida. 

Com o olhar, visto-te suavemente 
Deixando as minhas mãos deslizar 
És tão bela, tão imponente. 

Que, meus sentimentos fazem-se manifestar. 
Sem preocupar-me, com toda aquela gente 
Que, nos estava a rodear! 

Luís Filipe D. Figueiredo 

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

ENVOLVO O TEU CORPO NUM LENÇOL



ENVOLVO O TEU CORPO NUM LENÇOL

Envolvo o teu corpo num lençol.
Amarrotado, pelo amor, lá vivido.
Vejo também o nascer do sol.
Através desse teu riso, atrevido.

No teu corpo, reconheço o diamante. 
A pedra, mais preciosa pretendida.
Ora perto, ora distante.
É sempre ele, que me ilumina a vida.

Com o olhar, visto-te suavemente
Deixando as minhas mãos deslizar
És tão bela, tão imponente.

Que, meus sentimentos fazem-se manifestar.
Sem preocupar-me, com toda aquela gente
Que, nos estava a rodear!

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
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