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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

DE BAIXO DE SOL, ESCALDANTE.


DE BAIXO DE SOL, ESCALDANTE.

De baixo de sol, escaldante.
Senti-me um grão, de areia.
Barco à deriva, sem comandante.
E, sem rumo, que o norteia.

Desejei estar perto de terra.
Sob uma árvore, me refrescar.
Mas estava em finisterra.
E, só avistava rochas, e mar.

As horas foram passando.
A noite se aproximou.
E, a lua, surgiu brilhando.

O meu rosto afagou.
E, eu fiquei saboreando.
A caricia que ela me doou. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

DE BAIXO DE SOL, ESCALDANTE.


DE BAIXO DE SOL, ESCALDANTE.

De baixo de sol, escaldante.
Senti-me um grão, de areia.
Barco à deriva, sem comandante.
E, sem rumo, que o norteia.

Desejei estar perto de terra.
Sob uma árvore, me refrescar.
Mas estava em finisterra.
E, só avistava rochas, e mar.

As horas foram passando.
A noite se aproximou.
E, a lua, surgiu brilhando.

O meu rosto afagou.
E, eu fiquei saboreando.
A caricia que ela me doou. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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