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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

SENTI O AMOR, A SURGIR.


SENTI O AMOR, A SURGIR.

Senti o amor, a surgir.
No momento, que a olhei.
Tímido, comecei a sorrir.
E, com o sorriso, disfarcei.

Aquele amor, que estava a sentir.
Aquele amor, que me dominava.
E, me dava vontade fugir.
Ao mesmo tempo, que a desejava. 

Felizmente; resisti à tentação.
E, embora nervoso, consegui ficar.
Sentindo a maravilhosa sensação. 

Dos seus olhos, a cintilar.
Os quais acalmavam-me o coração.
Com o brilho, do seu olhar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SENTI O AMOR, A SURGIR.


SENTI O AMOR, A SURGIR.

Senti o amor, a surgir.
No momento, que a olhei.
Tímido, comecei a sorrir.
E, com o sorriso, disfarcei.

Aquele amor, que estava a sentir.
Aquele amor, que me dominava.
E, me dava vontade fugir.
Ao mesmo tempo, que a desejava. 

Felizmente; resisti à tentação.
E, embora nervoso, consegui ficar.
Sentindo a maravilhosa sensação. 

Dos seus olhos, a cintilar.
Os quais acalmavam-me o coração.
Com o brilho, do seu olhar. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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