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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

NÃO HAVIA MAIS ENCANTO


NÃO HAVIA MAIS ENCANTO

Ao olhar-te, não senti nada.
Estava triste, consternado.
E, a minha alma frustrada.
Ainda não te tinha deixado.

Não havia mais o encanto.
Que sentira, no passado.
Apenas eu, ouvia o pranto.
O seu lamento, amargurado.

Doloroso sofrimento.
Aquele, dentro de mim.
Lamentável, o acontecimento.

Que me fez ficar assim.
Ao pedir, ajuda ao vento. 
Respondeu-me que era o fim.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NÃO HAVIA MAIS ENCANTO


NÃO HAVIA MAIS ENCANTO

Ao olhar-te, não senti nada.
Estava triste, consternado.
E, a minha alma frustrada.
Ainda não te tinha deixado.

Não havia mais o encanto.
Que sentira, no passado.
Apenas eu, ouvia o pranto.
O seu lamento, amargurado.

Doloroso sofrimento.
Aquele, dentro de mim.
Lamentável, o acontecimento.

Que me fez ficar assim.
Ao pedir, ajuda ao vento. 
Respondeu-me que era o fim.

Luís Filipe D. Figueiredo

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