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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

NO ALTAR, DO ESQUECIMENTO


NO ALTAR, DO ESQUECIMENTO

No altar, do esquecimento.
Procuro esquecer o que doí 
E acredita, que não lamento.
Se esqueço, o que me corrói. 

No altar, do esquecimento.
Tento atenuar a dor.
E, nas horas de sofrimento.
À, Virgem rezo com fervor. 

O altar do esquecimento.
É, o meu local especial.
Onde eu, falo com vento.

E, com o meu pai Celestial.
Que a nós, está sempre atento.
Com o seu, amor incondicional.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

NO ALTAR, DO ESQUECIMENTO


NO ALTAR, DO ESQUECIMENTO

No altar, do esquecimento.
Procuro esquecer o que doí 
E acredita, que não lamento.
Se esqueço, o que me corrói. 

No altar, do esquecimento.
Tento atenuar a dor.
E, nas horas de sofrimento.
À, Virgem rezo com fervor. 

O altar do esquecimento.
É, o meu local especial.
Onde eu, falo com vento.

E, com o meu pai Celestial.
Que a nós, está sempre atento.
Com o seu, amor incondicional.

Luís Filipe D. Figueiredo

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