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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

BASTA


BASTA

Neste vazio confuso, que existe em mim.
Ecoam gritos de desespero, e de dor.
Vocifero os seus nomes, vezes sem fim.
E, reclamo os seus direitos, com ardor.

Neste coração impregnado de tristeza.
Onde muitas vezes, reina a revolta.
A tristeza dá lugar, à firmeza.
Atenuando a tristeza, à minha volta.

Basta, de presenciar tanta fome.
Basta de pôr velas, sobre o altar.
Basta, de dizer, que Deus não dorme.

Temos todos, mesmo todos, que o ajudar.
A atenuar, esta diferença enorme.
Entre os que precisam, e os que podem dar.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

BASTA


BASTA

Neste vazio confuso, que existe em mim.
Ecoam gritos de desespero, e de dor.
Vocifero os seus nomes, vezes sem fim.
E, reclamo os seus direitos, com ardor.

Neste coração impregnado de tristeza.
Onde muitas vezes, reina a revolta.
A tristeza dá lugar, à firmeza.
Atenuando a tristeza, à minha volta.

Basta, de presenciar tanta fome.
Basta de pôr velas, sobre o altar.
Basta, de dizer, que Deus não dorme.

Temos todos, mesmo todos, que o ajudar.
A atenuar, esta diferença enorme.
Entre os que precisam, e os que podem dar.

Luís Filipe D. Figueiredo

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