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sábado, 22 de abril de 2017

OLHO AO LONGE O HORIZONTE


OLHO AO LONGE O HORIZONTE

Olho ao longe o horizonte.
Sinto o aproximar da tempestade.
Vejo a cascata, que surge no monte.
Deslumbrante, na sua simplicidade.

Impressionado com tanta beleza.
Não consigo desviar o meu olhar.
É tão deslumbrante a mãe natureza.
Que todo eu me sinto vibrar.

Há vestígios, de amor, e ternura no ar.
Há sonhos, e magia na minha mente.
Há rostos perdidos, a procurar.

Uma vida melhor, e diferente.
Tento, que olhem, com o meu olhar.
Pois não lhes consigo ficar indiferente.

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

OLHO AO LONGE O HORIZONTE


OLHO AO LONGE O HORIZONTE

Olho ao longe o horizonte.
Sinto o aproximar da tempestade.
Vejo a cascata, que surge no monte.
Deslumbrante, na sua simplicidade.

Impressionado com tanta beleza.
Não consigo desviar o meu olhar.
É tão deslumbrante a mãe natureza.
Que todo eu me sinto vibrar.

Há vestígios, de amor, e ternura no ar.
Há sonhos, e magia na minha mente.
Há rostos perdidos, a procurar.

Uma vida melhor, e diferente.
Tento, que olhem, com o meu olhar.
Pois não lhes consigo ficar indiferente.

Luís Filipe D. Figueiredo

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