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quarta-feira, 26 de abril de 2017

SENTI A TUA ALMA DESFALECER


SENTI A TUA ALMA DESFALECER

No meio do vendaval.
Senti a tua alma desfalecer.
Abandonara o papel principal.
Parecia estar a morrer.

Era uma árvore vergada.
Partida pelo vento.
Era uma flor enfraquecida.
Mal cuidada, e sem alento.

Estava tão desamparada.
Que quase não a reconhecia.
Dentro dela, já não havia nada.

Tristemente; era o que eu sentia.
A sua essência, perfumada 
Desvaneceu-se, já não existia. 

Luís Filipe D. Figueiredo

Todos os direitos reservados
Lei de Direitos de Autor (Lei 9610/98)

SENTI A TUA ALMA DESFALECER


SENTI A TUA ALMA DESFALECER

No meio do vendaval.
Senti a tua alma desfalecer.
Abandonara o papel principal.
Parecia estar a morrer.

Era uma árvore vergada.
Partida pelo vento.
Era uma flor enfraquecida.
Mal cuidada, e sem alento.

Estava tão desamparada.
Que quase não a reconhecia.
Dentro dela, já não havia nada.

Tristemente; era o que eu sentia.
A sua essência, perfumada 
Desvaneceu-se, já não existia. 

Luís Filipe D. Figueiredo

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